Trilhas de Conhecimentos - O Ensino Superior de Indígenas no Brasil

Projeto
Público Alvo
Expediente

Artigos
Dissertações e Teses
Referências Bibliográficas
Livros

Entrevistas

Núcleo Roraima
Núcleo Mato Grosso do Sul

Galeria Multimídia

Ações Governamentais
Educação Superior Indígena


Links
Newsletter

Fale Conosco
Mapa do Site


 
     


Notícias de Junho/2008

Proesi desenvolve etapa de formação e planejamento
27/06/08

Danielle Tavares - Coordecom

O Programa de Educação Superior Indígena Intercultural (Proesi) realizou a Etapa de Planejamento e Formação 2008/2, no período de 18 a 20 de junho, em Barra do Bugres, reunindo professores, estudantes, técnicos e representantes das instituições parceiras.

http://www.unemat.br/noticias/wmview.php?ArtID=3943


Índios do Amapá fazem curso superior
26/06/08

Portal da Amazônia

MACAPÁ - Pela primeira vez, dez índios da tribo Kumarumã, do Amapá, têm a oportunidade de prestar vestibular e ser aprovado no curso superior de pedagogia. A oportunidade surgiu por intermédio da tecnologia de ensino à distância aplicado pela Faculdade Internacional de Curitiba (Facinter), que pertence ao Grupo Educacional Uninter.

http://portalamazonia.globo.com/noticias.php?idN=69011&idLingua=1


Museu Antropológico abre inscrição para seminário
25/06/2008

Fonte: MA-UFG

Seminário discute a diversidade cultural e étnica do Brasil
O Museu Antropológico da Universidade Federal de Goiás recebe inscrições para o seminário Conhecendo a Diversidade Cultural e Étnica do Brasil Central - parte II. O evento será realizado entre os dias 12 e 15 de agosto, e tem o patrocínio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).


http://www.ufg.br/page.php?noticia=4400

CAFI - Lideranças recebem treinamento em política

25.06.2008

COIAB

A COIAB realizou, por meio do Centro Amazônico de Formação Indígena (CAFI), dos dias 8 a 15 de junho, na sede do Fórum Paiter Suruí, localizado na cidade de Cacoal, em Rondônia, o “Curso Modular de Formação de Lideranças Indígenas de Caráter Regional”. Trinta lideranças vinculadas às organizações de base da COIAB dos estados de Mato Grosso, Rondônia, Acre e sul do Amazonas participaram do treinamento, realizado em parceria com Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB) e The Nature Conservancy (TNC).


http://www.coiab.com.br/coiab.php?dest=show&back=index&id=130&tipo=N


CNPq aprova pesquisa da UEMS que estuda a etnoastronomia dos índios Guaranis
24/06/08

Assessoria de Comunicação Social / UEMS

O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq/MCT) aprovou, este mês, R$ 198.342,16 para o projeto “Etnoastronomia dos Índios Guaranis da Região da Grande Dourados/MS”, que será desenvolvido pela UEMS nos próximos três anos, sob coordenação do professor Dr. Paulo Souza da Silva, pesquisador do Centro Integrado de Análise e Monitoramento Ambiental da universidade (CInAM). Esta pesquisa foi uma das quatro aprovadas para a Região Centro-Oeste, sendo a única para o Mato Grosso do Sul, no edital MCT/CNPq nº 42/2007 – CT – Ação Transversal / Difusão e Popularização da C&T.

http://www.uems.br/portal/noticia.php?idnot=3173


Espanha: Embaixador brasileiro recebe lideranças indígenas de Roraima

24.06.2008

COIAB

As lideranças indígenas em Roraima, Jacir José de Souza e Pierlângela Nascimento da Cunha, foram recebidas no dia 20 de junho, pelo Embaixador brasileiro em Madri, José Viegas Filho. Acompanhado por seu assessor, João Marcelo Pires, o Embaixador ouviu relatos das lideranças sobre os conflitos na Terra Indígena Raposa Serra do Sol (RR), e sobre o impasse gerado pela decisão que o STF deverá tomar até agosto, a respeito da homologação daquele território.


http://www.coiab.com.br/coiab.php?dest=show&back=noticia&id=124&tipo=N&pagina=1


Oficina estimula promoção dos direitos
23/06/08

UEA

Por meio da Pró-Reitoria de Extensão e Assuntos Comunitários, a Universidade do Estado do Amazonas (UEA) prestará apoio à realização da 1ª Oficina de Multiplicadores em Formação, Promoção e Divulgação dos Direitos dos Povos Indígenas. O evento será realizado nos dias 27 e 28 de junho, no auditório da Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira – COIAB, O evento será realizado nos dias 27 e 28 de junho, no auditório da Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira – COIAB, avenida Ayrão, 235, Presidente Vargas, de

9h às 17h.


http://www.uea.edu.br/noticia.php?dest=info&noticia=14572

Presença de Lula fortalece CNPI em tempos de desrespeito aos direitos indígenas
23/06/2008

ISA - Ana Paula Caldeira Souto Maior

Acompanhado de ministros como Dilma Roussef, da Casa Civil, e Paulo Bernardo, do Planejamento, o Presidente Lula participa da reunião da Comissão Nacional de Política Indigenista (CNPI) para ouvir as dificuldades enfrentadas pelo governo para colocar em prática ações voltadas aos povos indígenas.

http://www.socioambiental.org/nsa/detalhe?id=2700

Propostas para a Educação Indígena são apresentadas na Reunião da CNPI com o Presidente Lula
23/06/08

RCA
Entre os dias 16 e 20 de junho, a Comissão Nacional de Política Indigenista esteve reunida, em Brasília, para mais uma reunião ordinária. O principal ponto de pauta foi a reunião da CNPI com o Presidente Lula e 15 Ministros de Estado no dia 20 de junho, quando as subcomissões da CNPI deveriam apresentar as demandas e propostas do movimento indígena para melhoria da política indigenista. A Subcomissão de Educação da CNPI trabalhou na preparação de um conjunto de propostas sobre a política nacional de educação escolar indígena. Membros da RCA - Brasil participaram das discussões da Subcomissão de Educação. Leia, abaixo, o documento entregue ao Presidente da República com propostas para a melhoria da educação indígena no pais.


Comissão Nacional de Política Indigenista

Subcomissão de Educação Escolar Indígena

Demandas e propostas para a melhoria da Educação Escolar Indígena no Brasil

A Subcomissão de Educação da Comissão Nacional de Política Indigenista apresenta neste documento um conjunto de demandas e propostas para a melhoria da política nacional de educação escolar indígena visando à implementação do direito a uma educação diferenciada para os povos indígenas garantido na legislação brasileira. Estas propostas foram sistematizadas a partir da discussão entre representantes do movimento indígena e representantes do Governo Federal tomando por base as reivindicações construídas durante a Conferência Nacional dos Povos Indígenas (Funai, 2006), a mobilização Abril Indígena (2008), as reuniões da Comissão Nacional de Educação Escolar Indígena (MEC, 2006) e demandas apresentadas por organizações de professores indígenas e de organizações indigenistas.

De acordo com o Censo Escolar (SECAD/MEC, 2007) existem hoje no Brasil 2.490 escolas indígenas, onde estudam 177.745 alunos. Mais da metade destes alunos estão concentrados no primeiro ciclo do ensino fundamental, sendo atendidos por professores indígenas, oriundos de suas próprias comunidades, com diferentes níveis de formação para o magistério. Materiais didáticos específicos têm sido elaborados, mas de modo insuficiente para a prática de uma educação diferenciada, que valorize as línguas e conhecimentos dos povos indígenas.

O aumento no número de alunos e de escolas indígenas verificado nos últimos anos não veio acompanhado de um incremento na qualidade da educação ofertada para as comunidades indígenas. Problemas persistem e se cristalizam ao longo dos últimos anos. Inexistem diretrizes curriculares e pedagógicas para o ensino intercultural e bilíngüe, que contemplem a escolarização dos alunos indígenas do ensino fundamental ao ensino superior. Não há política lingüística para valorização e reconhecimento das mais de 180 línguas indígenas faladas atualmente no Brasil. São insuficientes os atuais programas de formação para professores indígenas e faltam recursos financeiros para apoiá-los e mantê-los, com qualidade. Continuam precárias as condições de infra-estrutura das escolas indígenas e os programas governamentais universais não contemplam as especificidades destas escolas. Políticas públicas para a educação indígena seguem sendo formuladas Brasil afora sem a participação e controle social dos representantes indígenas.

Críticas à baixa qualidade do ensino ofertado nas Terras Indígenas têm se avolumado nos últimos anos, exigindo um esforço por parte do governo federal de rever e atualizar não só a legislação e normas que disciplinam a educação escolar indígena, mas também o atual modelo de gestão compartilhada entre o governo federal e as secretarias estaduais e municipais de educação, instituído pelo Decreto 26/91, que resulta em ações desarticuladas e de baixa qualidade.

É com o intuito de promover uma efetiva mudança na situação atual da educação escolar indígena no Brasil que as propostas e demandas, abaixo elencadas, foram sistematizadas para serem apresentadas ao Excelentíssimo Senhor Presidente da República, com a esperança de que o direito a uma educação diferenciada para os povos indígenas seja de fato implementado no Brasil.

Demandas e propostas:

1. Gestão do Sistema Nacional de Educação Escolar Indígena:

· Criação de uma Secretaria Nacional de Educação Escolar Indígena na estrutura do Ministério da Educação, articulando todos os níveis de ensino, com equipe técnica e orçamento próprio.

· Criação de um Subsistema de Educação Escolar Indígena de modo a garantir o direito a uma educação diferenciada aos povos indígenas, acompanhado de nova legislação e orçamento próprio.

· Realização de censo específico da Educação Escolar Indígena, como instrumento que permita a avaliação e monitoramento da Política de Educação Escolar Indígena.

2. Controle Social e Participação Indígena nas políticas públicas de educação escolar indígena:

· Criação de um Conselho Nacional de Educação Escolar Indígena, vinculado ao Gabinete do Ministro de Educação, com poderes deliberativos para formular a política nacional de educação escolar indígena.

· Incentivo e apoio para a criação e funcionamento de mecanismos de consulta e de participação de representantes dos povos indígenas na formulação de políticas públicas nos governos federal, estadual e municipal, em cumprimento a Convenção 169 da OIT.

· Transformação da vaga de governo da representação indígena no Conselho Nacional de Educação numa vaga do movimento indígena, a ser preenchida por meio de consulta pública ao movimento.

3. Educação Básica nas Terras Indígenas:

· Elaboração e implementação de diretrizes e referenciais curriculares para a Educação Básica (Educação Infantil, Ensino Fundamental e Ensino Médio) voltadas para a realidade indígena, contemplando o respeito à cultura e as línguas indígenas e a sobrevivência sustentável nos territórios indígenas, pelo MEC e CNE.

· Apoio à ampliação da oferta do Ensino Fundamental, Ensino Médio Regular, Ensino Médio Integrado e Profissionalizante, com programas de apoio às escolas e aos estudantes indígenas, de modo a garantir a sustentabilidade dos povos indígenas em seus territórios.

· Criação e implementação de uma política lingüística para as escolas indígenas, que reconheça e valorize a atual diversidade das línguas faladas pelos povos indígenas.

· Criação de uma política de fomento para elaboração, publicação e distribuição de materiais didáticos específicos e diferenciados para as escolas indígenas, contemplando as línguas, culturas e conhecimentos próprios dos povos indígenas.

· Criação de programas específicos para atendimento aos estudantes indígenas e gestão e melhoria das condições de ensino nas escolas indígenas, no que se refere à organização escolar, merenda e transporte escolar e manutenção das escolas nas Terras Indígenas.

4. Infra-Estrutura das Escolas Indígenas:

· Construção, ampliação e reforma das escolas indígenas, respeitando o desejo das comunidades indígenas no que se refere à arquitetura e materiais adequados ao ambiente das aldeias, inclusive nas Terras ainda não homologadas.

· Melhoria da infra-estrutura das escolas indígenas com disponibilização de energia, água encanada e rede de esgoto.

· Equipar as escolas indígenas com mobiliário, equipamentos e instrumentos que permitam o desenvolvimento de uma educação de qualidade às crianças indígenas.

· Implantação de Bibliotecas e laboratórios de informática com internet nas escolas indígenas, de modo a possibilitar o acesso dos estudantes indígenas à literatura universal e à rede mundial de computadores.

5. Formação Inicial e Continuada:

· Criação da Carreira de Magistério Indígena nos sistemas de ensino de modo a regularizar a situação funcional dos professores indígenas.

· Elaboração de diretrizes curriculares e referenciais pedagógicos para os cursos de Magistério, em nível Médio e Superior, pelo CNE e MEC, com a participação indígena.

· Criação de dotação orçamentária específica para a formação dos professores indígenas no orçamento da União, para apoiar financeiramente as ações de formação das secretarias de educação, universidades, organizações indígenas e indigenistas.

· Retomada, por parte do MEC, do financiamento de organizações indígenas e indigenistas para ações de formação inicial e continuada de professores indígenas e produção de material didático.

· Promoção de Formação Continuada para os professores indígenas, especialmente nas modalidades de educação especial e educação infantil.

6. Ensino Superior e Formação de Profissionais Indígenas:

· Criação e implementação de uma política pública específica para o Ensino Superior Indígena, objetivando o acesso, a permanência, o acompanhamento para o êxito na formação de profissionais indígenas em diferentes áreas do conhecimento, por meio de um programa nacional específico.

· Contemplar as demandas indígenas por formação superior nas ações do REUNI, incentivando as universidades federais a encamparem essas demandas de modo propositivo e permanente.


http://rcabrasil.blogspot.com/


Para Andifes, projeto de cotas fere autonomia
Associação acha reserva de 74 mil vagas deve ser melhor debatido
19/06/2008

Marcel Frota - Universia

Se dependesse do ministro da Educação, Fernando Haddad, haveria 74.521 vagas nas Universidades Federias brasileiras reservadas para os estudantes das escolas públicas. O número representa a metade das 149.042 vagas existentes nos 2.570 cursos de graduação presencial dessas universidades. E é o que propõe um dos projetos sobre cotas em universidades que tramitam no Congresso Nacional. A idéia foi defendida pelo ministro, que falou a respeito da proposta com ênfase na reserva de vagas para os alunos que cursam Ensino Médio em escola pública durante encontro com líderes partidários na Câmara, no final do mês de maio. Mais pela forma do que pelo conteúdo, a proposta desagradou a Andifes (Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior), que acredita que a decisão imposta por meio de projeto de lei fere a autonomia universitária.


http://www.universia.com.br/materia/materia.jsp?materia=16159


Deputados recebem manifesto contra lei de cotas nas universidades
19/06/2008

Gustavo Hennemann - Colaboração para a Folha Online

Coordenadores do vestibular de 28 instituições públicas de ensino superior assinaram uma carta em que se manifestam contrários ao projeto de lei que prevê implantação de cotas nas universidades públicas do país. O documento foi enviado este mês para o presidente da Câmara dos Deputados, Arlindo Chinaglia (PT-SP), e para os deputados federais dos Estados de cada instituição, das quais os coordenadores de vestibular assinaram o manifesto.

http://www1.folha.uol.com.br/folha/educacao/ult305u414124.shtml


Lula vai ouvir apelos de índios e encaminhar a ministros, afirma Funai
19/06/08

Marco Antônio Soalheiro - Repórter da Agência Brasil

Brasília - A inédita presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em uma reunião da Comissão Nacional de Política Indigenista (CNPI) – hoje, a partir das 16h30, no Ministério da Justiça - servirá para que ele tome ciência das principais demandas das comunidades e dê encaminhamento necessário junto a ministros competentes para oferecer soluções. Foi o que informou à Agência Brasil o presidente da Fundação Nacional do Índio, Márcio Meira, que também comanda os trabalhos da CNPI. Ele acredita que o encontro terá caráter histórico.

http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2008/06/18/materia.2008-06-18.8914891744/view


Funai tem baixa efetividade na demarcação de terras indígenas, diz TCU

19/06/2008

Aldrey Riechel - Amazonia.org.br

Em 1988 o artigo 67 dos Atos das Disposições Constitucionais Transitórias determinou um prazo de cinco anos para a conclusão da demarcação das terras indígenas no Brasil. Contudo, vinte anos depois, todos os processos sobre a questão ainda não foram concluídos. Essa é uma das constatações reafirmam o que constatou o relatório do Tribunal de Contas da União (TCU): a baixa efetividade da atuação da Fundação Nacional do Índio (Funai).

http://www.amazonia.org.br/noticias/noticia.cfm?id=274676


DOCUMENTO FINAL - Assembléia Extraordinária dos Povos Indígenas de Roraima
17.06.2008

Conselho Indígena de Roraima

Carta as Autoridades

Excelentíssimos (os) Senhores (as)

Nós, povos indígenas reunidos nos dias 10 a 13 de junho de 2008, no Centro Indígena de Formação e Cultura Raposa Serra do Sol, na comunidade Barro, região Surumu, Terra Indígena Raposa Serra do Sol, Estado de Roraima, com a presença de lideranças indígenas pertencentes aos povos Macuxi, Wapichana, Ingaricó, Taurepang, Wai Wai, Yanomami, Sapará e Patamona, após discutimos sobre a Terra Indígena Raposa Serra do Sol com o tema “Anna pata anna yan” Nossa Terra Nossa Mãe, vimos apresentar nossas demandas, propostas, sugestões e reivindicações amparadas pela Constituição Brasileira.

http://www.cir.org.br/noticias.php?ano=2008


Unioeste aprova sistema de cotas
17/6/2008

Gazeta do Povo

A Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste) aprovou nesta quinta-feira (12) quatro mudanças para o vestibular de 2009. No próximo concurso haverá implantação do sistema de cotas para alunos oriundos de escolas públicas, inclusão das matérias de Filosofia e Sociologia, modificações no sistema de zeramento das provas e a retirada da bonificação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) no processo de seleção.
Ficou definido que no próximo vestibular 40% das vagas oferecidas nos concursos vestibulares da instituição serão destinadas para alunos que tenham cursado as séries finais do ensino fundamental e médio em escolas públicas. Em 2008, foram ofertadas 2.319 vagas distribuídas em 34 cursos.


http://www.lpp-uerj.net/olped/AcoesAfirmativas/exibir_noticias.asp?codnoticias=28142


Rede de saberes faz reunião em dourados com acadêmicos de direito
16/06/08

José Francisco Sarmento – Rede de Saberes

Visando aprofundar o conhecimento e a reflexão sobre os direitos indígenas no Brasil, com objetivo de fomentar o aprendizado técnico que permita contribuir no atendimento das demandas específicas dos povos indígenas, o programa Rede de Saberes, desenvolvido pela Instituições de Ensino Superior Universidade Católica Dom Bosco (UCDB), Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS), Universidade Federal de Mato Grosso do Sul campus de Aquidauana e Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD realizou no dia 06 de junho de 2008 em Dourados um Encontro na UEMS às 15:00 hs para encaminhar a próxima etapa do Curso de Extensão destinado aos acadêmicos indígenas que cursam Direito em MS. Além dos representantes de cada IES, estavam presentes representantes dos acadêmicos indígenas das diversas Universidades, com o intuito de avaliar os Cursos já realizados e discutir propostas para a nova fase do Curso de Extensão “Direito Indigenista para acadêmicos de MS”, que visa abordar temas que estejam articulados com as demandas indígenas, referindo-se à discussões sobre o ordenamento constitucional, legal e regulamentar brasileiro em relação aos povos indígenas, o direito internacional sobre os Povos Indígenas, a situação jurídica dos cidadãos indígenas, bens patrimoniais indígenas, a noção sobre Direitos Originários e os elementos constitutivos sobre suas terras tradicionais, o procedimento administrativo para demarcação de terras indígenas, hipóteses constitucionais de restrições aos direitos indígenas, organização, estrutura e funcionamento dos órgãos de administração pública que atuam com povos indígenas, entre outros. Estavam presentes além de diversos acadêmicos de direito da UFGD,UFMS,UEMS e UCDB, o coordenador geral do rede de saberes, professor Antônio Brand, Beatriz Landa da coordenação do redes da UEMS e Eva Maria da coordenação do redes da UCDB.

http://www.rededesaberes.org/www/index.html


Líderes indígenas da Raposa Serra do Sol realizam campanha da Europa
16.06.2008

CIR

Com o objetivo de divulgar a campanha “Anna Pata, Anna Yan” (Nossa Terra, Nossa Mãe), os líderes indígenas Jacir José de Souza (ex-coordenador do Conselho Indígena de Roraima), e Pierlangela Cunha (atual coordenadora da Organização dos Professores Indígenas de Roraima) desembarcam amanhã em Madri (Espanha) para uma série de reuniões, na Europa, com organismos governamentais e não-governamentais no continente europeu onde debaterão a situação da terra ndígena Raposa do Sol.

http://www.cir.org.br/noticias.php?id=525


Nação Mestiça vai ao STF para discutir política de cotas
16/06/08

Congresso em foco

Representantes do Movimento Pardo-Mestiço Brasileiro (também conhecido como “Nação Mestiça”), antropólogos e uma procuradora do Distrito Federal entregaram hoje (16) ao ministro Carlos Alberto Menezes Direito, do Supremo Tribunal Federal (STF), uma petição de Amicus Curiae.

http://congressoemfoco.ig.com.br/Ultimas.aspx?id=22827


Professores Indígenas fazem manifestação em Roraima
16/06/08

Folha de Boa Vista

A Organização dos Professores Indígenas de Roraima vai realizar um dia de apoio aos povos indigenas da Raposa Serra do Sol. O evento acontece no dia 16 de junho, às 08h00 e tem como tema \"O direito de ter a nossa terra é o direito de ter a vida e a educação diferenciadas\".

http://www.folhabv.com.br/noticia.php?Id=41909


Avanços e retrocessos vinte anos depois da Constituição de 88

Embora a legislação atual seja avançada, os povos indígenas do Brasil ainda lutam por antigas reivindicações
Jun/08

Walter Pinto – Jornal Beira do Rio - UFPA

Apesar dos avanços introduzidos pela atual Constituição brasileira, a questão indígena ainda apresenta a posse da terra como um tema prioritário. Até os anos 90, a grande bandeira de luta era a questão da demarcação das terras indígenas. Se é verdade que muitas terras foram identificadas, não se pode ignorar que muitas não foram homologadas, principalmente depois do decreto Nº 1.775, que instituiu o direito ao contraditório, garantindo a qualquer pessoa questionar a demarcação proposta. Nas duas últimas décadas, a questão das terras indígenas continua gerando discussões, mas agora associada à questão ambiental, aos recursos hídricos e às mudanças climáticas, novos tópicos na velha pauta.


http://www.ufpa.br/beiradorio/rep1.html


Professores indígenas exigem: respeito, diálogo e ação conjunta
13/06/08

Egon Heck - Cimi / MS

Foi com o espírito aberto que professores indígenas Kaiowá Guarani e Terena e aliados vieram a Campo Grande para um diálogo franco, respeitoso com a secretária de educação do estado e seus assessores. “Chegou o momento de conversar. Queremos saber com clareza qual é a política do Estado com relação à de educação escolar indígena. Queremos saber qual o compromisso que o Estado vai assumir. Queremos uma resposta com firmeza. Não queremos brigar, mas dialogar. O movimento não tem sido ouvido. Estou vindo falar a verdade, o que sinto”. Com essas palavras Otoniel, professor Kaiowá Guarani, da aldeia de Tey Kue, expressou a intenção que os motivou a solicitar a audiência. Deixaram as armas da indignação e impaciência do lado de fora. “Queremos que nos ouçam, respeitem e trabalhem em conjunto. Não aceitamos mais programas e decisões despejadas sobre nós”, complementou.

http://www.cimi.org.br/?system=news&action=read&id=3266&eid=352


Universidade do Equador seleciona bolsistas para Programa
12.06.2008

COIAB

A Universidade Andina Simon Bolivar, com apoio do Ministério Federal para a Cooperação Econômica e Desenvolvimento da Alemanhã, abriu inscrições, até o dia 13 de junho, para o Programa Regional Amazônico em Direitos e Gestão Territorial. O público alvo da proposta serão 25 líderes e/ou profissionais indígenas pertencentes às distintas organizações indígenas da bacia amazônicas, que estão diretamente envolvidos com atividades de dirigentes ou técnicos – assessor em suas respectivas organizações. Será dada preferência às mulheres.

http://www.coiab.com.br/coiab.php?dest=show&back=index&id=114&tipo=N


UFCG vai sediar seminário sobre indígenas e quilombolas
11/06/08

Franz Mikhailovitch - Assessoria de Imprensa do CH/UFCG

O Laboratório de Estudos em Movimentos Étnicos (LEME), do Centro de Humanidades da UFCG, realizará nos próximos dias 19 e 20, no campus Campina Grande, o Seminário Indígenas e Quilombolas: Perspectivas Cruzadas.


http://www.ufcg.edu.br/prt_ufcg/assessoria_imprensa/mostra_noticia.php?codigo=7174


Estudantes Indígenas apresentam projetos de formação de curso
Todos os projetos foram elaborados de forma a atender as reais necessidades do dia-a-dia dos índios
11/06/2008

Érica Mendonça - Agência de Notícias do Acre

O fortalecimento das comunidades indígenas foi o objetivo que orientou a elaboração dos projetos apresentados nesta terça-feira, 11 , por quinze estudantes que concluem o curso de formação inicial de Gestores de Projetos Indígenas. O curso, com a duração de quase dois anos, foi oferecido pelo Governo do Estado, através do Instituto Dom Moacyr, na Escola da Floresta, e contou com a parceria da Assessoria Especial dos Povos Indígenas do Governo, UFAC, SEE, FUNASA, FUNAI, DERACRE e GTZ (cooperação alemã financiadora de 4 módulos do curso).

http://www.agenciadenoticias.ac.gov.br/index.php/200806114352/
Estudantes-Indigenas-apresentam-projetos-de-formacao-de-curso.html


Professores indígenas criaram as 42 obras durante cursos de formação
09/06/2008

Ionice Lorenzoni - MEC

Ter dentes bons para cantar e tocar flautas. Ter saúde para dançar. Ter saúde para estudar... Este é um trecho do Livro de Saúde Bucal criado por professores ticunas, habitantes das aldeias do Alto Solimões, no Amazonas, para ensinar os alunos como e por que cuidar dos dentes. A obra integra uma série de 42 livros produzidos por professores nos cursos de formação, que serão distribuídos pelo MEC nas escolas.


http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&task=view&id=10669


Alunos indígenas conhecem as ações da UEMS para a preservação ambiental
06/06/08

Assessoria de Comunicação Social /UEMS

Nos dias 3 e 4 de junho, 80 alunos do 8º e 9º ano das escolas municipais Tengatui Maranguatu e Agostinho, localizadas nas aldeias indígenas Jaguapiru e Bororó, visitaram a unidade da UEMS de Dourados com o objetivo de conhecerem suas ações de ensino, pesquisa e extensão para a preservação do meio ambiente. A atividade foi realizada em comemoração à Semana do Meio Ambiente, promovida pelo Instituto de Meio Ambiente de Dourados em parceria com a Secretaria de Educação do município e a universidade.

http://www.uems.br/portal/noticia.php?idnot=3133


Pré-vestibular para indígenas
UFAC

Por iniciativa do Programa Conexões de Saberes, vinculado à Pró-Reitoria de Extensão e Cultura da Universidade Federal do Acre (Ufac), serão iniciadas nesta segunda-feira (9 de junho), no bloco de Ciências Sociais (campus universitário), às 14h, as aulas do primeiro pré-vestibular para estudantes indígenas do estado do Acre.


http://www.ufac.br/homepage/noticias_2008/ 072_pre_vest_
indigena/pre_vest_indigena.html


Temática étnico-racial em debate
04/06/08

Ionice Lorenzoni - MEC

Representantes das secretarias e dos conselhos estaduais e municipais de educação, de universidades, do Ministério Público e do Ministério da Educação reúnem-se nesta quarta-feira, 4, e na quinta, 5, em Aracaju, para discutir a aplicação da Lei nº 10.639, de 9 de janeiro de 2003, que incluiu a temática étnico-racial no currículo da educação básica. O encontro, no Hotel Paraíso das Águas, conta com 108 participantes dos estados de Sergipe, Bahia, Alagoas e Pernambuco. O evento encerra a série de seis diálogos regionais promovida pela Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade (Secad/MEC) para coletar informações dos sistemas de ensino e da sociedade sobre a aplicação da lei.


http://portal.mec.gov.br/cne/index.php?option=com_content&task=view&id=10651&interna=6

Índios Kaxinawa vão inaugurar centro de memória no Jordão
Evento reunirá autoridades Hunikui de todo o Estado
03/06/08

Flaviano Schneider / Página 20

A comunidade Hunikuin e a Associação dos Seringueiros do Rio Jordão (Askarj) enviaram convite para o senador Tião Viana (PT-AC) para a festa de inauguração do Centro de Memória Hunikuin dos Rios Yuraiá e Tarayá, na aldeia São Joaquim, município de Jordão. No fim do ano passado, os Hunikui assinaram um convênio para finalização do projeto que já estava em andamento com a força da comunidade. A inauguração vai acontecer no dia 20 deste mês.

http://www2.uol.com.br/pagina20/03062008/cot0603062008.htm


Seduc promove discussão sobre proposta curricular indígena
02/06/08

Orestes Lobo

A elaboração da proposta curricular indígena foi a pauta principal da reunião realizada na manhã desta segunda-feira, 2, no Hotel Estrela, em Palmas. Participaram do encontro, técnicos da Coordenadoria de Educação Indígena da Seduc – Secretaria da Educação e Cultura, professores da UFG – Universidade Federal de Goiás e UFT – Universidade Federal do Tocantins, além de representantes do MEC – Ministério da Educação, ULBRA – Universidade Luterana do Brasil, Conselho Estadual de Educação e FUNAI – Fundação Nacional do Índio.

http://www.seduc.to.gov.br/index.php?option=com_content&task=view&id=1645&Itemid=10


Fazemos questão de falar que aqui na PUC/SP tem indígenas e que somos capazes!
01/06/08

Blog Índios Online

Entre os dias 27, 28 e 29 de Maio de 2008, foi realizado na PUC/SP – Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, uma Mostra Comunitária dos projetos sociais que a mesma vem desenvolvendo por ser também uma instituição comunitária que organiza para formar quadros de alto nível, comprometidos profissional e eticamente com a busca de soluções para os problemas enfrentados pela sociedade brasileira na perspectiva de seu compromisso maior: busca de uma sociedade ecologicamente sustentável, diversificada, justa, fraterna e solidária.
E por isso fizemos questão de ter nosso stand para divulgar o nosso projeto Pindorama é mostrar para o país e o mundo que também somos capazes de entrar em uma universidade e que vamos está sempre presente para continuar nossa luta.
O Pindorama foi firmado em 2001, entre nós indígenas e a PUC/SP , onde ela propõe concretize seu caráter de ponte ao assumir o compromisso de diminuir o fosso existente entre as populações indígenas e o acesso aos bens sociais e à participação mais digna e ativa nos rumos da própria vida e da vida do pais.
O nosso potencial foi colocado em questão, até mesmo pela Universidade, que previa o acesso de pelo menos de 5 (cinco) a 10 (dez) indígenas na instituição. Mesmo assim deixou aberto para a inclusão de todos que passarem pelo seu processo seletivo.
Ninguém esperava mais o fato inédito aconteceu, de 26 que prestaram o vestibular 24 conseguiram passar no processo seletivo em diversas áreas como: administração, engenharia elétrica, pedagogia, serviço social, letras, turismo, tecnologia e mídia etc.
Neste ano de 2008 mais 12 (doze) entraram na universidade passando pelo processo seletivo, ou seja mais uma vez o povo indígena mostra seu rosto e capacidade para a sociedade dizendo, eu posso, eu quero, sou igual, eu sou diferente, sou cidadão, sou brasileiro, sou guerreiro, ainda sou gente e que apenas temos culturas diferentes.
Fazem parte do Projeto Pindorama 12 (doze) etnias indígenas Atikum, Fulni-ô, Guarani Mbyá, Guarani Nhandeva, Kaingang, Krenak, Pankararu, Pankararé, Pataxó, Potiguara, Terena e Xucuru. A maioria dos estudantes são da etnia Pankararu.
No momento somos em 50 alunos em diversos cursos como: Engenharia Elétrica, Direito, Tecnologia e Mídias Digitais, Matemática, Ciências Sociais, Turismo, Contabilidade, Administração, Economia, Fonoaudióloga, Biologia, Enfermagem, Psicologia, Secretário Executivo Trilingue, Serviço Social, Pedagogia, Letras (Português, Inglês, Espanhol), Artes do Corpo, Historia e Multimídias.
Nesses quase 7 (sete) anos já passaram pelo projeto cerca de 86 indígenas, tendo formado 21 estudantes, não podemos deixar de falar de 2 (dois) Pankararu que está fazendo Medicina em Cuba.
Infelizmente o nosso entrave no momento está sendo a FUNAI, pois ela assumiu um compromisso conosco enquanto estudante e não está passando a verba de R$ 150,00, deixando em segundo planos os indígenas e utilizando nossa verba para fazer pagamentos que não tem nada haver com a nossa Educação, como pagar impostos e funcionários.
Enquanto ela está fazendo isso, muitos passando por grandes dificuldades financeiras para se manter nos cursos, uma vez que a cidade de São Paulo é tão cara.
Mais nós deixarmos claro para a FUNAI, que ela não vai nos exterminar com sua negligencia e vamos continuar nossa luta por uma educação justa, digna e igualitária.
E que as unidades de ensino, trate de trabalhar logo o planejamento de execução da lei 11.465/08 (LDB) a qual são obrigadas a trabalhar melhor sobre a questão indígenas nas salas de aula.
Bem que a FUNAI poderia se preocupar com isso e não atrapalhar o nosso desenvolvimento educacional, embora o que ela quer é isso mesmo, para que agente ainda fique sobre sua tutela.

Edcarlos (Carlinhos) – Pankararu
edpankararu@yahoo.com.br

www.acaopankararu.blogspot.com

http://www.indiosonline.org.br/

 


O projeto Trilhas de Conhecimentos foi encerrado em Outubro de 2009
© 2007 Todos os direitos reservados.Este material não pode serreescrito ou redistribuído sem prévia autorização.